Orquestra Afro-Brasileira em Cena
Fundada pelo maestro Abigail Moura - em , o grupo musical lançou apenas dois discos, sendo que o de foi considerado um clássico da música popular brasileira O som mesclava, entre outros ritmos, o opanijé e alujá especiais para Omolú e Xangô, respectivamente , com as bases das múltiplas cadências encontradas nos cultos das religiões de matriz africana
Orquestra Afro-Brasileira 8 décadas
Apresentação da Orquestra Afro-Brasileira em comemoração aos seus anos de existência, realizada no dia junho de , no Teatro Ipanema
Tributo a Beto sem Braço
O Samba do Mercado Velho homenageou o saudoso compositor Beto Sem Braço com uma roda de samba super especial
Show Awurê - Ele Manda na Mata
Temos por devoção louvar o Rei das Matas, o caçador de uma flecha só, o Grande Rei Odé, nosso Pai Oxossi
Awurê apresenta Encruzilhadas
Show do Awurê Na Na grande encruzilhada do mundo, onde o amor, o respeito, o afeto, as cores, os sons, os aversos se encontram, aqui estamos pra pedir licença e reverencia o seu ilustre e nobre morador
Awurê No Ap
O grupo Awurê gravou um show para comemorar o Lançamento de seu EP em um lindo apartamento na zona sul do Rio de Janeiro
Iluminado Dominguinhos
Iluminado Dominguinhos é um álbum CD/DVD do músico brasileiro Dominguinhos, projeto criado e produzido pelo maestro Zé Américo Bastos e Filmado pela Digi Filmes Em , o álbum foi agraciado com um Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Raiz Brasileiro
Show Ana Mametto
O show mistura a tradição da cultura popular ao universo pop, mesclando a força e ancestralidade dos tambores e ritmos afrobrasileiros a elementos da música contemporânea
Nobre Tamboreiro
Show focado em louvar à mãe África acrescentando cânticos ancestrais da Améfrica e um pertencimento também às culturas originárias, a Pachamamáfrica através da cultura dos tambores do Brasil e Uruguai
Samba no Muhcab - Nego Alvaro - Pt. 02
Roda de samba do Nego Alvaro com no “Museu da História e da Cultura Afro-brasileira”, no bairro da Gamboa, popularmente conhecida como Pequena África
#EOF LIVE SHOW - Baile do #estudeofunk - Ciclo 3 (Funk, Cultura e Vivência artística)
Na live show do estudeofunk vamos conhecer os trabalhos desenvolvidos ao longo das semanas de vivência artística para artistas selecionados no terceiro ciclo do programa de residência artística que rola no RJ Os encontros foram marcados por uma troca intensa de conhecimentos, desafios que estimularam a criatividade e conexões profissionais e emocionais Conheça agora os artistas que são o futuro da nossa cultura, o futuro do Funk
Nu Ìmó - Imani Abayomi
Vídeoclipe da música Nú Ìmó, de Imani Abayomi e David Obadia
Solta o Som - Crazy Jeff
Entre no ritmo da batida e deixe-se levar pelo grave do DJ Crazy Jeff com as mais tocadas no DnB
#EOFunk Cypher 04 - Ritmando Tudo
Videoclipe de Cypher produzida pelo estudeofunk Artistas: Winnie, Lekin, Taty Aleixo, Preta Queen B Rull, MC Farrá, DJ Seduty, DJ Renan Valle
Moça Prosa ao vivo na Prainha
Uma roda de samba com a levada feminina que agitou a Pequena Africa no centro carioca Com direito as participações especial de Conceição Evaristo e Tereza Cristina
Baú Cultne - Seu Jorge & Soul + Samba
Participação de Seu Jorge cantando os seus sucessos na roda de samba do Grupo Soul+Samba no linhas de Bento Ribeiro no último dia de abril de
Tamborize - Pretos do Bairro
Videoclipe da música Tamborize, da banda Pretos do Bairro A música traz consigo uma poderosa mensagem sobre a importância do tambor na cultura do povo preto Tamborize é uma expressão que representa todo o sentimento e a força desse povo, que através da batida de tambores criou ritmos que revolucionaram a música ao redor do mundo A canção fala sobre o trabalho árduo do preto, esculpindo instrumentos, cavando madeira e puxando couro com corda, tudo isso para se comunicar e expressar sua identidade cultural por meio do tambor
Orquestra Afro-Brasileira em Cena
A nova Orquestra Afro-Brasileira tem uma sonoridade única assinada pelo músico, compositor e barítono Carlos Negreiros.
Fundada pelo maestro Abigail Moura (1904-1970) em 1942, o grupo musical lançou apenas dois discos, sendo que o de 1968 foi considerado um clássico da música popular brasileira. O som mesclava, entre outros ritmos, o opanijé e alujá (especiais para Omolú e Xangô, respectivamente), com as bases das múltiplas cadências encontradas nos cultos das religiões de matriz africana.