Mauricio Magu & Reza Cantada - Gira Aberta

19º Prêmio Atabaque de Ouro

A ª edição do Prêmio Atabaque de Ouro, maior encontro de curimbeiros do Brasil, foi realizada na quadra da Portela, no Rio de Janeiro, no dia de setembro Promovido pelo ICAPRA, instituição com anos de atuação em defesa dos direitos humanos e da liberdade religiosa, o evento marcou a aliança com a Portela, consolidada pelo diretor Marcelo Fritz em diálogo com o presidente Fábio Pavão A celebração reuniu grupos de diversos estados, participações especiais, música e uma grande feira cultural, fortalecendo a arte e as tradições afro-brasileiras

TUCAL (Terreiro de Umbanda Caminho da Luz)

O vídeo documenta a participação de Alexandre de Ogum no º Prêmio Atabaque de Ouro, realizado na quadra da GRES Portela Em entrevista, Alexandre ressalta a importância vital do festival para a cultura afro-brasileira, explicando que, como a Umbanda não possui uma escritura sagrada, seus fundamentos e histórias são preservados e transmitidos oralmente através das cantigas Ele descreve o evento como o campeonato brasileiro das curimbas, essencial para oxigenar essas tradições nos terreiros A segunda metade do vídeo exibe a empolgante apresentação de Alexandre no palco, onde ele interpreta uma cantiga dedicada a Exu do Lodo, acompanhada por ritmistas e por uma encenação teatral e imersiva que representa a entidade

Davi Tupinambá - Na Luz do Raio

O vídeo apresenta uma narrativa poética que exalta a figura do “pai” como rei e líder espiritual, evocando elementos como as pedreiras, o fogo, o trovão e o leão como manifestações de poder, proteção e justiça divina Entre imagens de machado dourado e invocações ritualísticas, a apresentação reafirma a hierarquia sagrada, a renovação espiritual e a resistência cultural das tradições afro-brasileiras Mais do que uma performance musical, o momento celebra a identidade, a memória e a continuidade da fé que o Atabaque de Ouro mantém viva

Ekedi Janaína e Grupo Afro Iya Mi Dunda - Mulambo da Calunga

Ekedi Janaína apresenta um ponto cantiga de sua autoria dedicado à Pomba Gira Maria Mulambo da Calunga A emocionante letra narra a trajetória de uma mulher escravizada em uma fazenda na Bahia, em , que transformou a dor e a humilhação em força espiritual Além de contar essa história de resistência, a música desmistifica a figura da Pomba Gira ou Lebara , exaltando-a como uma companheira espiritual que representa a liberdade, a dignidade, a ancestralidade e a proteção sagrada de toda mulher

Marcelo Passos - Encanto da Jurema

No palco do Prêmio Atabaque de Ouro, Marcelo Passos interpreta um ponto dedicado a Seu Zé Pilintra, exaltando sua proteção, fidelidade e origem nordestina, em profunda conexão com a Jurema Sagrada e as tradições da Umbanda e do Catimbó Com versos marcados pela repetição ritualística — “balançou e não caiu” — a apresentação reforça a resistência espiritual, o mistério dos encantos da Jurema e a força do canto como instrumento de invocação e preservação ancestral Mais do que uma performance, o momento celebra a musicalidade sagrada como expressão viva da fé e da identidade afro-brasileira

Wellington Oliveira - Maria Conga / Velha guerreira

No Prêmio Atabaque de Ouro, a força da ancestralidade ganha voz em uma emocionante homenagem a Vovó Maria Conga A cantiga relembra sua origem como filha do Rei Congo, sua resistência na senzala e sua fé inabalável, exaltando-a como símbolo de sabedoria, caridade e proteção espiritual Entre invocações, pedidos de amparo e referências à bandeira de Oxalá, a apresentação celebra a presença da velha guerreira no terreiro, reafirmando a memória, a resistência e a espiritualidade que sustentam as tradições afro-brasileiras

Rômulo de Xangô - É hora

No palco do Prêmio Atabaque de Ouro, Rômulo de Xangô apresentou sua trajetória e reafirmou o compromisso com a preservação da tradição afro-brasileira, representando o Rio de Janeiro e sua comunidade de terreiro Em seguida, conduziu um cântico ritualístico dedicado a Santo Antônio, evocando também Ogum, o povo da Calunga e Exu-Pombo Gira, em um chamado espiritual marcado por força, repetição e devoção A apresentação celebrou a resistência cultural, a ancestralidade e a comunhão entre o sagrado e a comunidade, essência que sustenta o festival

Mauricio Magu & Reza Cantada - Gira Aberta

No Prêmio Atabaque de Ouro, Maurício Magu e o grupo Reza Cantada levaram ao palco a cantiga “Gira Aberta de Malandro”, exaltando a figura de Seu Zé Pilintra como símbolo de proteção, sabedoria e resistência espiritual Entre música e depoimento, a apresentação refletiu sobre perdas, superação e reconexão com a fé, destacando a importância de preservar a ancestralidade sem abrir mão do diálogo com a modernidade O momento reafirmou a força das cantigas como instrumento de identidade, pertencimento e continuidade das tradições afro-brasileiras

Ylu Raiz de Alafin - Malandro das Madrugadas

No palco do Prêmio Atabaque de Ouro, o grupo Ylu Raiz de Alafin apresentou uma narrativa musical que mergulhou no universo do samba de raiz e da malandragem dos morros cariocas A performance retratou a figura do malandro das madrugadas, dividida entre a boemia, os amores intensos e a solidão, explorando temas como liberdade, desilusão e resistência cultural Entre refrões marcantes e personagens emblemáticos, a apresentação celebrou a força do samba como expressão de identidade popular, memória coletiva e vivência comunitária

Carlinhos de Xangô & Vozes d'Oyiò - Pai José de Aruanda

No décimo episódio do Prêmio Atabaque de Ouro, Carlinhos de Xangô e o grupo Vozes d’Oyiò apresentam a canção “Cruzando os Mares”, uma narrativa musical que resgata a memória da travessia forçada, da dor da escravidão e da força da fé ancestral A apresentação homenageia Pai José de Aruanda como símbolo de cura, resistência e missão espiritual cumprida, reafirmando a importância dos festivais na preservação dos cantos e da tradição oral afro-brasileira Em um momento de profunda emoção e comunhão, música e espiritualidade se unem como expressão viva de identidade e ancestralidade

5ª Mostra de Cinema IFÉ - Carine Fiúza

Cineasta, fotógrafa, curadora e pesquisadora se destaca pela investigação de temas ligados às relações étnico-raciais, gênero e à afirmação do Cinema Negro nordestino

Teatro Correios Léa Garcia

O antigo Teatro dos Correios no Rio foi reaberto com novo nome, Teatro Correios Léa Garcia, em homenagem a atriz referência da cultura negra

Festival Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver

Com diálogos provocativos e instigantes o Festival pretende discutir o que pensam as mulheres negras sobre a democracia brasileira, convocando para a Marcha das Mulheres Negras em Brasília dia de novembro

Festival Latinidades SP - Dia 21/07/23

Assista à cobertura jornalístiica do primeiro dia do Festival Latinidades em São Paulo

Nú Barraco no Ar - Rafael Fernandes

Abrindo com chave de ouro temos nada mais nada menos que nosso parceiro Rafael Almeida, fundador da Cervejaria Artesanal Ground e que vem conosco em toda essa temporada fortalecendo a melhor cerca artesanal da Zona Oeste e quiçá Rio de Janeiro

Festival Latinidades - Bate-papo com as artistas

Conversamos com as maravilhosas Bia Ferreira, Alaíde Costa, Sister Nancy e Gabi Amarantos para saber como foi a experiência e o que significa para elas se apresentarem no Festival Latinidades

Beco do Pantera no Rio

O Beco do Pantera é um projeto de revitalização do Beco dos Carmelitas, localizado na Lapa, no coração do Rio de Janeiro Liderado pelo rapper Shackal, fundador da Tropa da Solidariedade, o projeto destaca o processo de transformação do espaço, incluindo as diversas intervenções artísticas que fazem parte da revitalização

Livro Antologia "Oralidade agora se escreve"

Resultado da oficina Multiplicando saberes ancestrais: Oralidade agora se escreve, conduzida pela escritora Lia Vieira Idealizado para incentivar mulheres negras a utilizarem a escrita como meio de expressão e autoconhecimento

Exposição Franz Fanon na Aliança Francesa - RJ

Realizada pela FLUP a mostra foca no pensamento de Fanon como psiquiatra, filósofo e militante, abordando temas como racismo, colonialismo e a luta anticolonial

Roda de Conversa:Terrítório

Roda de Conversa Filhas do Legado com a participação de Luciane Ramos Silva, Luanda Carneiro Jacoel, Anelis Assumpção e Bethânia Nascimento

Nú Barraco no Ar - Amanda Baroni, Dressa Colares e Gabriel Stal

Os Bboys e Bgirls levaram de forma esplendia esse universo para as Olimpíadas de Paris, ajudando a disseminação de uma cultura que é influenciadora na vida de milhares de jovens no mundo todo

Pauta Preta: Calamidade no Rio Grande do Sul

os impactos para a população em situação de rua, reclusa, pobre, negra, indígena e quilombola

Tamborismo

O Tamborismo de Nelson Maca e Jorjão Bafafé é a busca poética em diálogo complementar com os rítmos percussivos afro-diaspóricos O Tambor africano contrastando com a hegemonia da lira

80 anos do Teatro Experimental do Negro

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em colaboração com o Muhcab, comemora os anos do Teatro Experimental do Negro TEN com uma programação especial Fundado em , o TEN foi pioneiro na inclusão de atores negros nos grandes espaços culturais do Brasil Para celebrar essa trajetória, o Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros Ipeafro , a DSS Produções e a Temporal Editora destacam o legado de um dos movimentos teatrais mais significativos do país

Muniz Sodré - Comunicação e Racismo

O Prof Dr Muniz Sodré aborda o tema Comunicação e Racismo Jornalista, sociólogo, tradutor brasileiro, professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, escreveu quase livros sobre o tema, como “Pensar Nagô” e “Fascismo da Cor”

Pauta Preta - Infância, direitos e racismo

O Brasil celebra o Dia das Crianças em de outubro — uma data de alegria, mas também de reflexão sobre o que significa garantir uma infância protegida e livre de racismo
Seu vídeo começa em

Mauricio Magu & Reza Cantada - Gira Aberta

TP 01 - EP 08 - 04 min - 2025 - Cultne.TV
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Jornalismo - Evento - Show

No Prêmio Atabaque de Ouro, Maurício Magu e o grupo Reza Cantada levaram ao palco a cantiga “Gira Aberta de Malandro”, exaltando a figura de Seu Zé Pilintra como símbolo de proteção, sabedoria e resistência espiritual. Entre música e depoimento, a apresentação refletiu sobre perdas, superação e reconexão com a fé, destacando a importância de preservar a ancestralidade sem abrir mão do diálogo com a modernidade. O momento reafirmou a força das cantigas como instrumento de identidade, pertencimento e continuidade das tradições afro-brasileiras.

1ª Temporada

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