Casa AfroDai - Workshop de Trança Nagô

A Casa AfroDai que foi fundada em 1993 por Idalice Moreira Bastos, a Dai. Uma mulher negra que levou representatividade, autonomia e autoestima para a comunidade negra. O novo espaço é um ambiente carregado de história, ancestralidade e tendências da moda afro-brasileira, concentrando um polo cultural da arte, culinária e estética afro-brasileira. Agregado de criações e peças incríveis que fazem com que a Casa AfroDai se encha de representatividade, conexão e afeto.

Salão Afro Dai - Desfile

Desfile de modas realizado pelo Salão AFRODAI em 1993. O AFRODAI foi pioneiro na cultura do embelezamento da comunidade negra. A coordenação do projeto é de Idalice Moreira Bastos - mais conhecida no Rio como Dai, fundadora do AFRODAI e uma das pioneiras no manejo e arte de fazer cabelos e penteados afro coordenou o projeto Estética Étnica, para jovens oriundos de comunidades carentes do Rio de Janeiro em 1997.

Aniversario no AfroDai - Parte 2

Aniversário de Dai no seu salão AFRODAI localizado no bairro da Lapa, no centro do Rio de Janeiro. O AFRODAI foi pioneiro na cultura do embelezamento da comunidade negra. A coordenação do projeto é de Idalice Moreira Bastos - mais conhecida no Rio como Dai, fundadora do AFRODAI e uma das pioneiras no manejo e arte de fazer cabelos e penteados afro coordenou o projeto Estética Étnica, para jovens oriundos de comunidades carentes do Rio de Janeiro em 1997.

Aniversario no AfroDai - Parte 1

Aniversário de Dai no seu salão AFRODAI localizado no bairro da Lapa, no centro do Rio de Janeiro. O AFRODAI foi pioneiro na cultura do embelezamento da comunidade negra. A coordenação do projeto é de Idalice Moreira Bastos - mais conhecida no Rio como Dai, fundadora do AFRODAI e uma das pioneiras no manejo e arte de fazer cabelos e penteados afro coordenou o projeto Estética Étnica, para jovens oriundos de comunidades carentes do Rio de Janeiro em 1997.

Afrodai, a diva negra

Uma das precursoras das técnicas afro -no quesito beleza- no Rio, nos anos 70, a cabeleireira Dai Bastos (foto) vendeu tudo que tinha -carro, apartamento mais salão de beleza- para passar o aprendizado adiante. Trocando Copacabana por um casarão antigo da Lapa, ela criou o Espaço de Estética e Cultura Afrodai, uma ONG onde jovens entre 14 e 21 anos -geralmente pobres e muitas já com filhos- têm cursos de maquiagem, depilação, manicure e penteado junto com palestras sobre cidadania e saúde. A história deu tão certo que o projeto foi classificado pela ONU como uma das 40 melhores práticas do mundo para melhorar o tipo de vida -e as 40 alunas recebem do Comunidade Solidária ajuda de custo para alimentação e vale-transporte. Partindo da idéia de que não adianta dar cesta básica para que as pessoas tenham trabalho e auto-estima -a maioria das alunas já está empregada-, a moça batalha verbas para ir além: acomodar as 80 candidatas da fila de espera e investir na terceira idade.

AfroDai Pt2 - Radial Filó

Apresentação do Centro de Cultura e Estética AfroDai em 1988, gravado no programa Radial Filó de Dom Filó na extinta TV Rio.

AfroDai Pt1 - Radial Filó

Apresentação do Centro de Cultura e Estética AfroDai em 1988, gravado no programa Radial Filó de Dom Filó na extinta TV Rio.

AfroDai na mídia - Jornal da Band

Uma das precursoras das técnicas afro -no quesito beleza- no Rio, nos anos 70, a cabeleireira Dai Bastos (foto) vendeu tudo que tinha -carro, apartamento mais salão de beleza- para passar o aprendizado adiante. Trocando Copacabana por um casarão antigo da Lapa, ela criou o Espaço de Estética e Cultura Afrodai, uma ONG onde jovens entre 14 e 21 anos -geralmente pobres e muitas já com filhos- têm cursos de maquiagem, depilação, manicure e penteado junto com palestras sobre cidadania e saúde. A história deu tão certo que o projeto foi classificado pela ONU como uma das 40 melhores práticas do mundo para melhorar o tipo de vida -e as 40 alunas recebem do Comunidade Solidária ajuda de custo para alimentação e vale-transporte. Partindo da idéia de que não adianta dar cesta básica para que as pessoas tenham trabalho e auto-estima -a maioria das alunas já está empregada-, a moça batalha verbas para ir além: acomodar as 80 candidatas da fila de espera e investir na terceira idade.