O documentário se propõe a reconstituir a trajetória de Deolinda Rodrigues que se tornou um dos maiores símbolos da luta pela libertação de Angola.
Um diário escrito pela revolucionária angolana é o único documento que testemunha uma vida de dedicação à independência de seu país. No entanto, os registros terminam no dia de sua prisão, em 1968, quando integrava a guerrilha no Esquadrão Camy, que ia do Congo ao norte de Angola.